Ajudando você a encontrar a felicidade na vida sentimental...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Medo de sofrer novamente...

Se o seu histórico amoroso não traz recordações muito agradáveis ou se seu último relacionamento só lhe deu dor de cabeça, o melhor a fazer é aprender com a experiência, descartar o que não funciona e concentrar-se em ser feliz


Nada de ficar remoendo frustrações e casos mal-resolvidos.
Prender-se à infelicidade vivida impossibilita que a pessoa mantenha o pensamento otimista e positivo quanto ao presente e ao futuro.
Ou seja, ao projetar o passado no presente, você  não consegue mudar a freqüência de seus pensamentos e sentimentos. Aí, quando volta a se envolver com alguém, a tendência é repetir os erros já cometidos. Ou mesmo querer descontar no(a)  parceiro(a) a frustração que sente em relação ao passado.
Isso acontece porque, sem querer, muitas vezes, a pessoa projeta no futuro as experiências passadas e afasta a possibilidade de novos e mais felizes relacionamentos. A razão? Medo de sofrer novamente.
É preciso estar atento(a) e "impar" o passado para dar passagem a um novo amor.
Esse processo tem início com a percepção de que todo relacionamento amoroso é o resultado da interação entre os parceiros. Se algo não foi bom, nada de se colocar no papel da vítima e colocar a culpa no outro(a).
Ao assumir a responsabilidade por suas escolhas você terá em suas mãos as rédeas da sua vida e poderá tomar posse do poder sobre a própria felicidade.
Por incrível que pareça, as pessoas buscam relacionamentos por razões que nem sempre são as melhores.
Muitas vezes, o que as motivam, são sentimentos negativos, mesmo que não se dêem conta disso.


Se o medo de sofrer novamente  tem estado presente em sua vida, venha à  Terapia do Amor e receba orientações de como vencé-lo para ser feliz!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Eu quero ser pra vc

Critérios para uma escolha certa

Comece o relacionamento pensando no futuro. Ninguém se iluda achando que uma vida sentimental abençoada aparece do dia para a noite. É preciso investimento espiritual, emocional e físico.

O fato de muitas pessoas se decepcionarem hoje em um namoro ou noivado se dá pelo fato de procurarem valorizar o que ambos têm em comum e não o que não têm em comum.

Quando duas pessoas se conhecem e se interessam uma pela outra, normalmente se indetificam com as características em comum. Nada errado até aí. O erro é achar que esse quadro é que vai nutrir o relacionamento.

Por mais características que uma pessoa possa ter em comum com a outra, são justamente as diferenças que vão dar o veredito final se um casal tem ou não condições de subir ao altar. Tudo precisa ser analisado.

Embora muitas pessoas achem que podem passar por cima de todas as falhas, a coisa não funciona bem assim. De nada adianta esconder os erros naturais, pois um dia a casa cai, então, melhor é que cada um se mostre em atitudes verdadeiras e transparentes, sem mentiras, sem enganos e sem maquiagem.

É preciso observar alguns critérios importantes como: comprometimento com Deus e com sua obra, responsabilidades com compromissos, educação, interesse em crescer financeiramente, fidelidade, diálogo, relacionamento com a família, laços de amizade, entre outros fatores muito importante.

Na vida espiritual, procure saber como é o nível de conhecimento bíblico dele(a), o que faz na igreja, suas experiências com Deus e como é sua vida de oração.

Na personalidade e no caráter, a preguiça e o gênio altivo podem ser fortes motivos para desistir do relacionamento. É preciso saber se a pessoa reconhece o seu erro e se está disposta a mudar. Se a reposta for NÃO, o melhor a fazer é pular fora enquanto é tempo e esperar em Deus a pessoa certa.

Um fator muito importante também é saber de que maneira a pessoa se relaciona com os demais. Como é seu relacionamento com os pais (menina com o pai, menino com a mãe). Como reage diante das dificuldades? Como se posiciona? Como reage quando confrontada(o)? Como se comporta quando está nervoso(a)?

No campo físico, é preciso ter muito cuidado. Eis aí a queda de muitos que se precipitam na escolha tendo como base a aparência. Com o passar do tempo, descobrem um lobo vestido de ovelha.

É claro que a beleza tem a sua influência positiva, mas jamais pode ser o principal. Um rosto bonito não paga as contas nem resolve os problemas diários.


“Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (“Pedro 5:6-8)


“Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mateus 6:33)

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Vá com calma!

















Não pule nenhuma fase até o altar


Há um conflito que acontece constantemente na juventude das igrejas e que precisa acabar. Trata-se da pressão que muitos pais e, às vezes, a própria igreja fazem sobre os jovens cristãos solteiros. Ora, Deus não obriga ninguém a casar. Alguns pais começam a entrar em desespero quando seus filhos começam a namorar. Daí a idéia de achar que casando tudo se resolve.


Há tempo para todas as coisas. A juventude precisa crescer em espírito, em caráter, e amadurecer como pessoa. Jovens que casam muito cedo acabam por perder grandes experiências com seus irmãos na fé. O adolescente precisa entender que no meio de um grupo de jovens, até que se prove o contrário, todos são irmãos. Essa amizade é muito gratificante e traz grande alegria.


Um casamento precipitado pode destruir a vida de duas pessoas para sempre. O namoro e o noivado têm por si só um tempo determinado por Deus para que o casal se conheça e saiba analisar se vale a pena subir ao altar. Apressar etapas é no mínimo tolice.


Muitos pais vêem o casamento como solução para a imoralidade sexual e o pecado da fornicação. Essas idéias acabam convencendo o jovem de que o casamento o libertará de seus dilemas sexuais.




É claro que o casamento fecha a porta para o pecado da fornicação, mas abre a porta para outros pecados, como o adultério, desrespeito ao conjugue e má educação dos filhos, entre outras coisas. Seria como tapar o sol com a peneira. Então, qual seria a solução para a questão? Ela é tão simples que muitos não conseguem enxergar: “SANTIFICAÇÃO”. Ora, ninguém é de ferro. O ser humano manifesta uma série de reações no corpo quando ama o sexo oposto. O coração bate mais rápido, a pressão arterial sobe, as pupilas dilatam, a temperatura pode variar bruscamente, o estômago revira e as mãos suam e tremem, entre outros inúmeros indícios.


Saber lidar com isso tudo não é muito fácil para quem está começando a descobrir o amor. Deus, porém, não pôs a atração física entre homem e mulher para vê-los sofrendo. Ao contrário, ele deseja realizar plenamente seus filhos, mas os ensina a fazer tudo em seu tempo. Por isso, existem etapas a serem aprendidas.


A renúncia à natureza pecaminosa só é vencida quando a pessoa se alimenta da Palavra de Deus e busca a Sua presença continuamente. Quando uma pessoa conversa com Deus sobre os seus desejos sexuais, seus pensamentos e suas vontades mais íntimas, Deus se alegra em tomar parte de um assunto tão importante e faz dessa pessoa a menina de seus olhos.


Muitos pecam em achar que determinados assuntos, como sexo, não devem ser conversados com Deus em oração. Algumas pessoas ainda carregam dentro de si a idéia de que Deus é muito santo para falar de sexo. Ora, não se pode esquecer que foi Ele quem criou toda essa maravilha para abençoar os seus filhos. A única exigência que Ele faz é que se casem primeiro, pois sexo é privilégio de casados.


A verdade é que um fornicário não vai renunciar à sua condição pecaminosa só por ter casado; casamento não liberta ninguém da imoralidade.


O que deve ser bem entendido é que quando Paulo fala em 1Coríntios 7:9 caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado, o versículo não está incluído naquilo que Paulo chama de “mandamento do Senhor”, mas de conselho pessoal.


O jovem precisa passar por várias fases importantes antes de se casar. Quando uma delas é pulada, a chance de entrar em um casamento despreparado é muito grande. Assim, arrisca a sua própria felicidade e a do futuro cônjuge.